quinta-feira, 10 de maio de 2007

encarnado e verde

SÁBADO, 10 DE JUNHO DE 2006





bem, alguma vez tinha que ser a segunda. a segunda no blog. a segunda entrada no blog. no dia de portugal. fixe. super nacionalista. ou hiper internacionalista. venha o diabo e escolha. eu escolho o internacionalista, já se sabe. era óbvio. claro. até arranjei uma foto à imagem da bandeira de portugal.
eu sempre adorei diários mas nunca lá devo ter escrito mais do que 2 ou 3 vezes. em todos. um era encarnado, metade da bandeira. aquele que o meu querido irmão andou a ler. também, fiquei curada da pirosisse.
lá fui deixando umas coisas escritas em bases de copos de bares, entradas de concertos, cadernos vários, papelinhos mais ou menos formatados. até A4 se calhar - ganda mulher, tamanho a condizer.
estou farta da minha cidade de lisboa, cheia de saudades dela. e do porto. ou antes, dos sítios. das pessoas. dos amigos. os outros que se danem, claro. que desses não reza a minha história.
relendo, tanto verde vermelho escrito atrás e, eu farta de futebol e deste nacionalismo bacoco. ao menos se não nos levássemos tão a sério... mas havemos de levar o futebol e os descobrimentos às costas prá tumba.
sempre adorei vermelho muito escuro, a atirar para o ginja quase, com verde forte misturado com o das florestas mais o meu eterno castanho escuro levemente acinzentado. se tivessem tido explicações de gd comigo já sabiam quais eram os lápis mencionados. preferência pelos derwent. têm uma mina suave e parece que só de olhar para uns tantos na mesa nos sentimos calmos e espelhados.

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